Há duas formas principais de entrar no nanomundo: a fabricação molecular que envolve a manipulação de átomos individuais (que funcionam da base para o topo) e a ultra miniaturização que resulta em dispositivos cada vez menores (que funcionam do topo para a base).
A nanotecnologia é verdadeiramente um conjunto multidisciplinar de técnicas oriundas da nanociência.
Os cientistas de materiais, os engenheiros mecânicos e elétricos estão trabalhando em conjunto com biólogos, físicos e químicos. Investigação à nanoescala deve-se à necessidade de partilhar o conhecimento sobre ferramentas e técnicas, assim como sobre conhecimentos em matéria de interações atômicas e moleculares, nesta nova fronteira científica.
Convergem rapidamente de diferentes áreas de investigação novos e potentes conceitos e capacidades, tais como a representação por imagens e a manipulação em escala atômica, a auto-montagem (self assembling) e as relações biológicas estrutura-função, ao lado de ferramentas informáticas cada vez mais poderosas.
Por outro lado, em nanoescala, para mudanças efetuadas nas propriedades em escala molecular de um material, influencia-se fortemente suas propriedades físicas e químicas em macroescala.
O desafio consiste em aumentar proporcionalmente os métodos da nanofabricação para a produção em massa pela indústria.
A investigação fundamental é essencial para explorar todo o potencial da nanotecnologia. Na área da nanotecnologia, podem definir-se três vetores principais: Nanoeletronica, Nanobiotecnologia e Nanomateriais (nanocompositos).
O desenvolvimento da nanotecnologia é de extrema importância, levando em consideração que a população hoje preocupa-se com os benefícios advindos do nutrir-se, resultando em bem estar.
As industrias terão de competir nacional e internacionalmente com novos produtos. Essa competição se tornará bem sucedida a partir do surgimento de produtos e processos inovadores, que se comparem ou, até mesmo, superem os melhores produtos oferecidos pela indústria internacional.





